Lembras-te de quando me compravas laços na pastelaria da cidade?
Tenho saudades desses sabores da infância, daquela inocência..., de não haver responsabilidades, a não ser a de ser criança.
Lembro-me de quando me deixavas em casa da tia e ela me dava aquele leite instantâneo, que eu detestava.
Lembras-te de quando íamos às compras aos sábados de manhã?
Lembro-me de vir da escola, no Verão, abrir a porta de casa e rebolar no chão fresco da entrada.
Hoje sonhei com essa casa... o pátio, os coelhos, o poço, a casa de banho na rua, os porcos, os pombos, aquela pereira lá atrás, o Tobias... lembras-te quando o lenhador dormiu ao lado dele e acordou cheio de pulgas? Rimo-nos tanto!
Lembro-me de dar leite ao cabritinho com uma tetina posta no gargalo de uma garrafa de cerveja; das arcas de madeira no sótão; de ir às amoras em Agosto, com o Gabriel e as irmãs; da “Gente fina é outra coisa”... o que eu adorava aquela cabra dentro de casa, aqueles labirintos debaixo da estrada...
Lembras-te dos disparates que a mana dizia? – Mamã põe-me pasta dos dentes na escova, que eu não sei quantos metros são; - Mamã, anda cá que a Putchie vai ao telefone!...
Lembro-me de cavalgar em cima do meu leão de peluche. Ainda está cá em casa, junto ao cão castanho e à patinha de vestido vermelho.
Lembro-me daquela cadeira pequenina de madeira, em que sentavas a mana, na esperança que ela ficasse um minuto quieta; agora sentei nela o cão castanho.
A Rita e o Pedro, que lhes aconteceu? Esses bonecos são feitos de quê? Ficam ali, anos e anos nas nossas mãos, têm a vida que lhes damos, fazem o que a nossa imaginação quer e continuam pacíficos quando já não lhe imaginamos nada; quando os sentamos numa cadeira...
Se pudessem de repente ter vida, que diriam? Será que nos davam vida a nós, e com a sua imaginação faziam-nos o que quisessem?
Lembras-te da minha mala da escola primária? Com uns baloiços desenhados, os cubos com números, um escorrega... amarela e branca... não havia outra igual. Que lhe aconteceu?
Lembro-me dos Desenhos Animados: A Floresta Verde (com aquele passaroco a gritar: há perigo; há perigo!); a Alice no País das Maravilhas; a Heidi; o Sítio do Pica-Pau Amarelo; o Bocas; o Scooby Doo; os Marretas; os Estapafúrdios... o do toyosoio,soiotoyo; o Alf; o Tom Sawyer (e aquela casa na árvore, do Huckleberry Finn); o La vie, La vie; o Pepe Legal (Babalú, pra pensar estou cá eu...)...
Lembras-te das histórias que nos lias? A Anita; o Tucano Narigudo; as Fábulas de La Fontaine; As Histórias do Avozinho; o Grande Livro dos Animais... ainda me lembro de Como o Mano Coelho escapou à Raposa: - faz de mim o que quiseres, Mana Raposa. Assa-me, enforca-me, atira-me para o fundo do rio, esfola-me, fura-me os olhos, arranca-me as orelhas, mas por favor não me atires para aquelas silvas.
Lembro-me da banheira cor-de-rosa; das papas de farinha que fazias; dos beijinhos que dava na testa enorme da mana; da tua boneca no sótão; de quando eu e a mana entornávamos o leite todas as manhãs...
Lembras-te quando a mana levou as botas de lã de ovelha com a mini-saia de ganga, no dia em que o fotógrafo ia à escola?
Lembro-me de jogarmos à Cabra-cega; à Mamã dá Licença; à Meia-Noite; ao Passará-Passará. Lembro-me da D. Florinda, que punha uma peruca sempre que ia lá o fotógrafo; dos disparates que o homem dizia, só para nos fazer rir; lembro-me das mesas da sala de aula; de dizeres que o Gabriel tinha bicho carpinteiro no rabo, pois não parava quieto na cadeira, e no fim de mostrar os trabalhos à Professora, passava por debaixo das mesas para ir para o lugar; Lembro-me dos livros: o Papú, o Beija-Flor; de fazermos patinhos amarelos de cartolina, para oferecer aos meninos, quando faziam anos; lembro-me de como sempre fiquei triste por fazer anos em Agosto e nunca me terem oferecido um patinho...
Lembro-me de bater na cabeça do Gabriel com o meu Bom-Companheiro e de ele se deixar cair direitinho no meio do chão; lembro-me de chupar os caules das luzernas; de ir com a mana ao leite, a casa da Lúcia, e ficar a brincar com a Raquel, e tu a gritares para irmos para casa e a perguntar Não chega já de brincadeira?, e a nossa resposta era sempre a mesma Ó mamã, mas ainda não brincámos nada hoje...
Lembro-me das músicas que ouvíamos vezes sem conta; de ver o Dallas, o Barco do Amor, o Duarte e Companhia... aquele Citroên igual ao nosso...; de ter medo quando começava o Twin Peaks.
Lembras-te de me chamares Joãozinho das Flores?
Hoje sonhei com essa infância...
Carla Veríssimo cria site para se dar a conhecer e ao seu trabalho.
Carla Veríssimo cria site para se dar a conhecer e ao seu trabalho| http://cavverissimo.wix.com/carlaverissimo
16/05/04
25/04/04
05/04/04
não há fórmulas e eu criei o meu mundo sozinha... e estas são as minhas fórmulas.
Ser bonita afinal é tão fácil... ser boa é que é difícil.
A cena não está em termos um mundo bom, mas em deixarmos um mundo bom. (alguém já disse algo deste género)
Aliás, se isto já tivesse sido feito antes de nós; teríamos um mundo bom!
O que é que de mim está nas minhas mãos? E nas dos outros?
Onde está o "Você está aqui"?
Onde é que... ?
Finjo felicidade.
Finjo prazer feito uma mulher.
Os bichos são tão tranquilos.
Quero ser bicho.
Infiltro-me na felicidade dos outros e tento roubar resquícios de sentimentos para mim.
Não tenho nada construído, a não ser estas frases soltas...
e uma "tecla encravada" e um meio termo que não consigo encontrar; mas tem que existir equilíbrio??
relembro uma das nossas primeiras conversas; relembro aquela no banco de jardim do Palácio... compreendo-te, mas parece que nunca estamos na mesma cena...
relembro uma noite em tua casa, um filme, esse teu sorriso sempre... esse teu sorriso...
os teus raros abraços... mas bons...
o melhor da vida
... segredarem-me ao ouvido ...
Não tenho direito a introduzir-me na vida das outras pessoas... mas faço-o constantemente.
Quantos mais filmes faço, menos actores tenho; não posso querer controlar a cena.
O que é que ganhaste estes anos todos em estar isolado? O que é que perdeste?
se os preservativos falassem, que diriam?
Têm todos uma pancada; cada um com uma pancada a mais que o outro;
Onde anda o que tem uma pancada a menos que eu?
que directrizes usas quando estás em retiro? se é que há directrizes...
é auto-gestão? ou tens uma filosofia de base?
...
sinto que todos ralham comigo...
Planos/Bichos
verde: a minha casa... no verde laranja das folhas brancas das árvores...
Respiração
Ausência de pensamento
Acumulação de energia
Alimentação?
Bebida?
sinto-me uma morta-viva na imensidão de ruídos da Natureza; são breves e rápidos flashes... não sei explicar... é como que a eternidade num momento... com paz; sem pensar; sem preocupações; sem nada, mas com tudo
Estive na minha paz... no meu jardim...
(...) ele deu-me paz... deixou-me sonhar... e ser outra vez e uma vez mais:
inocente
inocente em paz
Aqui jazz esta melodia
o meu jardim é qualquer lugar onde esteja só; onde seja eu...
nem sequer há despedidas... nem... os carros que passam, nem todo este betão... nem nada destrói o meu espaço; o meu momento a dois comigo outra.
a paz está em mim e nalgumas pessoas minhas amigas, Sempre!
Adorava entabular uma conversa com os velhinhos que se cruzam comigo nas ruas...
olho-te sozinha, sentada noutras escadas, paralelas às minhas. que fazes aí?
... desces as escadas; passas mesmo à minha frente... olhas-me sem sorrir; olho-te sem sorrir; viras na primeira esquina; é a minha rua; e desapareces para sempre.
rm: já experimentaste escrever 10 linhas que fossem?
ainda não experimentei pintar uma tela que seja.
Escrevo mil textos diferentes ao mesmo tempo... absorvo mil coisas diferentes ao mesmo tempo.
está na minha hora.
Vamos! (eu e eu)
- Não; não vamos!
Chegam dois desconhecidos; entram no carro, e no último segundo desço as escadas a correr e entro no carro deles:
- Vamos! (eu, eu, ele e ele)
dormi uma sesta no jardim; "acorditava" de vez em quando e era como se viesse de uma viagem, de um outro mundo e tivesse sido largada instantaneamente algures num "não sei"
Faço aquilo que amo: ESCREVO
tenho outra vez este lápis vermelho de carvão... entre três dedos...
absorvo, absorvo, absorvo... tenho tudo isto para vos dar...
absorvam, absorvam, absorvam...
e por fim: o meu sorriso de menina inocente!
Agarro com força o meu caderno; beijo-o;
sussuro ao ouvido do meu lápis: amo-te!
Carla; 05/04/04
Não: sem Carla, sem data; isto tudo acaba aqui:
Ser bonita afinal é tão fácil... ser boa é que é difícil.
A cena não está em termos um mundo bom, mas em deixarmos um mundo bom. (alguém já disse algo deste género)
Aliás, se isto já tivesse sido feito antes de nós; teríamos um mundo bom!
O que é que de mim está nas minhas mãos? E nas dos outros?
Onde está o "Você está aqui"?
Onde é que... ?
Finjo felicidade.
Finjo prazer feito uma mulher.
Os bichos são tão tranquilos.
Quero ser bicho.
Infiltro-me na felicidade dos outros e tento roubar resquícios de sentimentos para mim.
Não tenho nada construído, a não ser estas frases soltas...
e uma "tecla encravada" e um meio termo que não consigo encontrar; mas tem que existir equilíbrio??
relembro uma das nossas primeiras conversas; relembro aquela no banco de jardim do Palácio... compreendo-te, mas parece que nunca estamos na mesma cena...
relembro uma noite em tua casa, um filme, esse teu sorriso sempre... esse teu sorriso...
os teus raros abraços... mas bons...
o melhor da vida
... segredarem-me ao ouvido ...
Não tenho direito a introduzir-me na vida das outras pessoas... mas faço-o constantemente.
Quantos mais filmes faço, menos actores tenho; não posso querer controlar a cena.
O que é que ganhaste estes anos todos em estar isolado? O que é que perdeste?
se os preservativos falassem, que diriam?
Têm todos uma pancada; cada um com uma pancada a mais que o outro;
Onde anda o que tem uma pancada a menos que eu?
que directrizes usas quando estás em retiro? se é que há directrizes...
é auto-gestão? ou tens uma filosofia de base?
...
sinto que todos ralham comigo...
Planos/Bichos
verde: a minha casa... no verde laranja das folhas brancas das árvores...
Respiração
Ausência de pensamento
Acumulação de energia
Alimentação?
Bebida?
sinto-me uma morta-viva na imensidão de ruídos da Natureza; são breves e rápidos flashes... não sei explicar... é como que a eternidade num momento... com paz; sem pensar; sem preocupações; sem nada, mas com tudo
Estive na minha paz... no meu jardim...
(...) ele deu-me paz... deixou-me sonhar... e ser outra vez e uma vez mais:
inocente
inocente em paz
Aqui jazz esta melodia
o meu jardim é qualquer lugar onde esteja só; onde seja eu...
nem sequer há despedidas... nem... os carros que passam, nem todo este betão... nem nada destrói o meu espaço; o meu momento a dois comigo outra.
a paz está em mim e nalgumas pessoas minhas amigas, Sempre!
Adorava entabular uma conversa com os velhinhos que se cruzam comigo nas ruas...
olho-te sozinha, sentada noutras escadas, paralelas às minhas. que fazes aí?
... desces as escadas; passas mesmo à minha frente... olhas-me sem sorrir; olho-te sem sorrir; viras na primeira esquina; é a minha rua; e desapareces para sempre.
rm: já experimentaste escrever 10 linhas que fossem?
ainda não experimentei pintar uma tela que seja.
Escrevo mil textos diferentes ao mesmo tempo... absorvo mil coisas diferentes ao mesmo tempo.
está na minha hora.
Vamos! (eu e eu)
- Não; não vamos!
Chegam dois desconhecidos; entram no carro, e no último segundo desço as escadas a correr e entro no carro deles:
- Vamos! (eu, eu, ele e ele)
dormi uma sesta no jardim; "acorditava" de vez em quando e era como se viesse de uma viagem, de um outro mundo e tivesse sido largada instantaneamente algures num "não sei"
Faço aquilo que amo: ESCREVO
tenho outra vez este lápis vermelho de carvão... entre três dedos...
absorvo, absorvo, absorvo... tenho tudo isto para vos dar...
absorvam, absorvam, absorvam...
e por fim: o meu sorriso de menina inocente!
Agarro com força o meu caderno; beijo-o;
sussuro ao ouvido do meu lápis: amo-te!
Carla; 05/04/04
Não: sem Carla, sem data; isto tudo acaba aqui:
28/03/04
o melhor da vida
os jantares em minha casa; o Strogonoff de Palmito da Joana; o meu Alho-francês à Brás; as caipirinhas da Kátia; o sorriso do Andrew; as festas Erasmus; os meus amigos; as gaivotas; o cheiro dos lápis de cera; uma boa conversa; as surpresas; o Pinguim Café; as saídas de campo; esta liberdade; escrever; a vida, basicamente.
12/03/04
11/03/04
... reticências. ponto, vírgula Subi a esse sonho e fui para longe ainda a fingir. ponto
parágrafo Estava sempre comigo: dois pontos esse azul, vírgula ou será verde? ponto de interrogação
parágrafo Não sei, vírgula no mínimo é um sorriso, vírgula o teu sorriso sempre à minha espera. ponto
parágrafo Aqui neste algures tão perto, vírgula afinal. ponto final
parágrafo Estava sempre comigo: dois pontos esse azul, vírgula ou será verde? ponto de interrogação
parágrafo Não sei, vírgula no mínimo é um sorriso, vírgula o teu sorriso sempre à minha espera. ponto
parágrafo Aqui neste algures tão perto, vírgula afinal. ponto final
04/03/04
Sinto o cheiro da tua sala... do teu quarto...
Deito-me ao teu lado no sofá. Sinto os teus braços no meu corpo.
Reescrevo o nosso acaso... a história que nos fez deitar no mesmo sofá... mas começam a escassear-me as letras... porque ainda me custa explicar os acasos... ... e não quer dizer que tenha que existir uma explicação, certo?
Deito-me ao teu lado no sofá. Sinto os teus braços no meu corpo.
Reescrevo o nosso acaso... a história que nos fez deitar no mesmo sofá... mas começam a escassear-me as letras... porque ainda me custa explicar os acasos... ... e não quer dizer que tenha que existir uma explicação, certo?
03/03/04
02/03/04
01/03/04
29/02/04
Noutras folhas
...arrasto o carvão na penumbra da noite. sentem-se tremores; mas não consigo ter medo. Continuo a arrastar... é viciante.
27/02/04
26/02/04
Apanho o 54 na paragem junto a minha casa; enquanto converso com o motorista para saber como chegar ao meu destino, o meu destino muda por momentos.
Lá atrás uma mulher diz que há um homem inanimado ao seu lado. Ligo imediatamente para o 112, o médico faz-me mil e uma perguntas e diz-me para virarmos o senhor para o lado esquerdo. Enquanto a ambulância não vem, corro ao Centro de Saúde, ali mesmo ao lado e pergunto se há algum médico que possa ir ajudar o senhor. Impossível, respondem-me. Não fazem serviço de urgência fora do Centro.
Volto a correr para o autocarro, o homem já está consciente e acabara de vomitar...
Entretanto chega o INEM, o médico e o enfermeiro efectuam as devidas acções; provavelmente paragem de digestão. O senhor começa a melhorar, mas em todo o caso vai ao Hospital, por precaução.
O motorista pede-me os dados pessoais para servir de testemunha da ocorrência; entretanto descubro uma mala esquecida no meio da confusão, e uma vez mais fico como testemunha do que havia lá dentro.
O meu destino era o Centro de Histocompatibilidade, onde ia tirar sangue para análises, por forma a ser Dadora de Medula Óssea. Finalmente, o motorista diz-me que o melhor autocarro para lá é o 6.
Apanho o 6 ... uma paragem depois da minha casa.
Lá atrás uma mulher diz que há um homem inanimado ao seu lado. Ligo imediatamente para o 112, o médico faz-me mil e uma perguntas e diz-me para virarmos o senhor para o lado esquerdo. Enquanto a ambulância não vem, corro ao Centro de Saúde, ali mesmo ao lado e pergunto se há algum médico que possa ir ajudar o senhor. Impossível, respondem-me. Não fazem serviço de urgência fora do Centro.
Volto a correr para o autocarro, o homem já está consciente e acabara de vomitar...
Entretanto chega o INEM, o médico e o enfermeiro efectuam as devidas acções; provavelmente paragem de digestão. O senhor começa a melhorar, mas em todo o caso vai ao Hospital, por precaução.
O motorista pede-me os dados pessoais para servir de testemunha da ocorrência; entretanto descubro uma mala esquecida no meio da confusão, e uma vez mais fico como testemunha do que havia lá dentro.
O meu destino era o Centro de Histocompatibilidade, onde ia tirar sangue para análises, por forma a ser Dadora de Medula Óssea. Finalmente, o motorista diz-me que o melhor autocarro para lá é o 6.
Apanho o 6 ... uma paragem depois da minha casa.
25/02/04
a vida é uma sopa de letras. que na tua colher existam sempre aquelas que permitem escrever palavras; aquelas que permitem ler a vida.
e ler é sentir, é escolher, é encontrar; é.
a sopa é um jogo. as regras são resistir sempre. Resistir - a palavra mais bonita que se pode construir com as letras de uma vida.
relevos na superfície lisa dos momentos. "des-sentidos" nas palavras,
raízes que ligam dois espaços.
,comidas entres uma vida e uma sopa.
e ler é sentir, é escolher, é encontrar; é.
a sopa é um jogo. as regras são resistir sempre. Resistir - a palavra mais bonita que se pode construir com as letras de uma vida.
relevos na superfície lisa dos momentos. "des-sentidos" nas palavras,
raízes que ligam dois espaços.
,comidas entres uma vida e uma sopa.
24/02/04
^..
os laranjas da tua vida. um descobrir, esta dança das folhas brancas de papel, que se querem plenas.
um sentir. os lápis de carvão na minha vida. um pássaro breve numa laranja. uma tela de letras, numa lua de ti.
na subtileza dos símbolos, nos gestos livres, em cada caderno de sons.
(...) nesta minha forma fragmentada de escrever-te (...) e esse sorriso, sempre; e esse olhar (...)
um sentir. os lápis de carvão na minha vida. um pássaro breve numa laranja. uma tela de letras, numa lua de ti.
na subtileza dos símbolos, nos gestos livres, em cada caderno de sons.
(...) nesta minha forma fragmentada de escrever-te (...) e esse sorriso, sempre; e esse olhar (...)
22/02/04
21/02/04
08/02/04
04/02/04
Simples. Para mim. Com a complexidade que eu quiser impôr. Numa estrela. Um fio apenas. Uma linha. Numa casinha a sombreado. Com esse apagar de velhos traços. Por esse ponto de interrogação. A este porquê em busca do tu. Com que ponto ligo uma energia. Sobre um círculo destacado. Fora disto que sou. Dentro dos lugares. Sem as gentes. Cedo, mas aí. Nunca. Deste espaço a outra cor. Um ponto, uma vírgula. , ;
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